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POR ALEXANDRE COSTA
O texto é uma homenagem a todas as mulheres do mundo e, em especial, à minha mãe, Eunice Costa, que hoje (5/3) completa 92 anos de vida.
Há um corpo que caminha. Começa nos pés — tantas vezes descalços, tantas vezes apressados — que aprendem cedo o peso do mundo. Pés que atravessam ruas, fábricas, cozinhas, salas de aula, hospitais, redações. Pés que marcham no 8 de Março, que ocupam avenidas e praças, que batem no chão como quem diz: estamos aqui. As pernas sustentam histórias inteiras. São colunas de resistência. Carregam jornadas duplas, triplas, invisíveis. São as mesmas que dançam, que correm, que fogem quando é preciso sobreviver — e que permanecem firmes quando o medo tenta dobrar a espinha.
CONFIRA AS REPORTAGENS DO ESQUINA DEMOCRÁTICA
O www.esquinademocratica.com.br elaborou uma série de três matérias sobre inteligência artificial, construídas a partir da palestra do médico brasileiro Miguel Nicolelis, durante o 35º Congresso Nacional da CNTE, realizado em Brasília, no dia 16 de janeiro. Reconhecido mundialmente como pioneiro no estudo de interfaces cérebro-máquina (ICM), o neurocientista faz uma série de críticas à “inteligência artificial”. Nicolelis alerta para o avanço que não é neutro e para o projeto tecnológico que tem implicações profundas na educação, no trabalho, na democracia e na própria condição humana.
No dia da Consciência Negra, o www.esquinademocrática.com.br
oferece aos leitores mais uma série especial: OS NEGROS NO BRASIL. A história que vamos contar iniciou há quase 500 anos, com a chegada dos primeiros escravos. Durante mais de 320 anos de escravidão oficial, o povo negro carregou na pele as marcas das chibatadas. Com a liberdade, os castigos brutais do tronco deram lugar a outro tipo de violência: racismo, invisibilidade, discriminação, preconceito e criminalização.
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